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Brasil supera os EUA em colesterol alto

Você gosta de comer carne saturada, tipo aquela picanha "suculenta", com bastante gordura? Ou então aquela feijoada com linguiça e todos os ingredientes apetitosos? Exagera no consumo de ovos e derivados do leite? Adora pizza, hambúrguer, x-burguer e outros tipos de comidas gordurosas? Então cuidado. Você pode estar ajudando a engrossar as estatísticas de pacientes com colesterol elevado, sendo candidato em potencial para desenvolver uma doença coronariana.

Fique atento a isso, pois o mundo está assistindo a um fenômeno preocupante: é cada vez maior a incidência de morte por doenças cardiovasculares. Só nos Estados Unidos mais de um milhão de pessoas morrem por ano de infarto agudo do miocárdio sem ter recebido o primeiro atendimento. No Brasil, estima-se que as doenças cardiovasculares matam de 300 a 400 mil pessoas atualmente, fazendo com que essa seja a primeira causa de mortalidade no Pais.

Outro dado alarmante divulgado recentemente pela Sociedade Brasileira de Cardiologia é o de que 40% da população, algo estimado em mais de G4 milhões de brasileiros, têm colesterol elevado. Esse é um dos principais fatores de risco para a morte súbita por infarto (que é falta completa de oxigenação do músculo cardíaco), definitivamente apontado como um dos maiores vilões para a saúde do coração. Isso porque, além de favorecer o infarto agudo no miocárdio, o colesterol elevado pode, dentre outros males, provocar a obstrução das artérias da perna levando à trombose, bem como a obstrução da retina causando a cegueira precoce.

Entupimento

O colesterol é um tipo de gordura produzida pelo fígado gerando energia para garantir o funcionamento normal do organismo. Mas também está presente em certos alimentos que podem contribuir para aumentar essa taxa, a exemplo de carnes, ovos e derivados do leite. O cardiologista Jadeison Andrade informa que o colesterol é transportado no sangue em diferentes tipos de pacotes denominados de lipoproteínas. A porção do colesterol LDL (Low-density-lipoprotein/lipoproteína de baixa densidade), também conhecido como mau colesterol, transporta o colesterol, inclusive dos alimentos, para o organismo. Já a porção do colesterol HDL (High-density-lipoprotein/Lipoproteína de alta densidade), também denominada de bom colesterol, remove o colesterol da corrente sangüínea.

O cardiologista Jadelson explica que a função LDL produz placas de gorduras em excesso nas artérias que, acumuladas, podem ocasionar o fenômeno arteriosclerose craniana, ou entupimento da artéria. Se uma artéria que supre sangue para o coração ficar entupida, a pessoa pode ter um ataque do coração. Se uma artéria que supre sangue para o cérebro ficar entupida poderá ocasionar um derrame. O especialista diz que pesquisas já demonstraram a estreita relação entre pacientes com colesterol alto e que foram vítimas do infarto. Em países como a Finlândia, Escócia e Inglaterra, onde a população tem elevado índice de colesterol, os estudos concluíram que havia um maior índice de morte por infarto. Já nos que tinham menos índices de colesterol como o Japão, a Coréia e a China, foi verificado um baixo índice de morte por ataque cardíaco. "Outra constatação foi a de que o colesterol alto participa de forma efetiva na formação de placas de gorduras que entopem as artérias", acrescentou. Outro diagnóstico da pesquisa foi o de que o infarto agudo do miocárdio atinge mais as pessoas na sua melhor fase produtiva dos 40 aos 55 anos.

Fonte: A Tarde

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Home | Fale com o Cardiol.br | Adicionar aos favoritos Última atualização: 1/10/2022